"Quando se nega a todos a possibilidade de se referirem a uma verdade objectiva, o diálogo torna-se impossível e a violência, declarada ou escondida, torna-se a regra dos relacionamentos humanos. Sem a abertura ao transcendente, que permite encontrar respostas às interrogações sobre o sentido da vida e a maneira de viver de modo moral, sem esta abertura o homem torna-se incapaz de agir em conformidade com a justiça e de se comprometer em prol da paz."
O relativismo é um perigo para a Igreja, pois coloca de lado aquilo que foi pregado por Cristo... pois, se a verdade é relativa, como poderei defender aquele que disse ser o caminho, A VERDADE e a vida?; (João 14:6) Ele não falou ser UMA VERDADE e sim A VERDADE, todas as verdades subsistem nEle. Como poderei defender que em questões de doutrina, fé e moral,“Roma Locuta est, Causa Finita Est”, pontos onde acreditamos ser a Igreja infalível; como defender essa Igreja que dizemos ser COLUNA E SUSTENTÁCULO DA VERDADE (1Tm 3,15) e Por que a Igreja seria infalível se até a verdade da qual a ela é coluna é relativa? Enfim, se acreditamos ser a verdade algo relativo, estamos praticamente (para não dizer totalmente) quebrando o catolicismo pela cabeça, já que a verdade é o próprio Cristo, e Ele mesmo é a cabeça da Igreja. (espero estar sendo claro kk)
Sem mais delongas, a tradição pregada pela Igreja, estando
isenta de interpretações relativas é, sem sombra de duvidas, o caminho seguro pelo qual podemos caminhar sem medo de cair em armadilhas e falcatruas.

( podemos caminhar tipo esse carinha aqui :D )
isenta de interpretações relativas é, sem sombra de duvidas, o caminho seguro pelo qual podemos caminhar sem medo de cair em armadilhas e falcatruas.

( podemos caminhar tipo esse carinha aqui :D )
PARA (NÃO) CONCLUIR
Estamos entrando (a partir da quarta feira de cinzas) no período da quaresma, um tempo cheio de espiritualidade, e um chamado a penitência e conversão. Este post foi pensado a principio para falarmos disso, um tempo em que já é tradição o "não comer carne vermelha". Vale lembrar que esse costume remota a era medieval, onde a carne, pelo fato de estar presente nas mesas dos mais ricos ou em grandes banquetes e festas, era diretamente relacionada a gula, logo, ao pecado; Hoje a carne perdeu essa "característica pecaminosa". Porém, o costume que também é pedido da Igreja, continua. (vejamos)
(pena que esse pedido não ecoa mais tão forte no ouvido da cristandade). Esse foi o motivo de termos começado falando sobre a tradição. Não podemos deixar que esse tão belo costume se perca, alguém pode contestar: "não, mais é apenas um costume e se a carne já perdeu a conotação pecaminosa qual o sentido disso?" Sinto muito discordar, mas não é só mais um costume, é um costume cheio de significado, que nos ajuda a domar nossos instintos carnais, faz de nós donos de nossos corpos, que é templo do Espirito Santo, corpos que Deus nos deu. E sendo nosso, livre dos vícios, podemos entregá-los inteiramente livre ao seu verdadeiro dono, o Senhor. "É DOMAR A CARNE PARA FORTALECER O ESPIRITO" sejamos firmes meus irmãos, caminhando com a Igreja e seguindo seus ensinamentos chegaremos a Cristo, pois a Igreja enquanto verdade transcendente já está do seu lado, como a noiva do cordeiro.
(DEIXE SUA OPINIÃO NOS COMENTÁRIOS ABAIXO)

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